O mercado de gatos no Brasil vive um momento de expansão acelerada, e ainda pouco explorado em categorias-chave, como os petiscos. Enquanto a população felina cresce em ritmo mais rápido que a canina, o consumo de petiscos específicos para gatos segue muito abaixo do observado entre os cães.
Este artigo reúne os dados mais recentes sobre o crescimento do mercado de gatos no Brasil, explica por que os felinos ganharam protagonismo no setor pet e mostra onde está a maior oportunidade represada para lojistas e negócios do setor: a categoria de petiscos.
Qual é o tamanho do mercado de gatos no Brasil
Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Mercado Pet (Abempet), o Brasil já soma 30,8 milhões de gatos, com crescimento anual de 5,4%, dado divulgado em fevereiro de 2026, no Dia Mundial do Gato. Mantido esse ritmo, a projeção é que o país ultrapasse 40 milhões de gatos até 2030.
Outras fontes do setor confirmam a mesma tendência, com pequenas variações de metodologia:
Fonte | População de gatos | Ano de referência
Abempet | 30,8 milhões (+5,4% ao ano) | Fevereiro de 2026
Abinpet / Instituto Pet Brasil | Entre 30 e 33 milhões | 2024
Levantamento setorial (Censo Pet) | 33,3 milhões (20% da população pet total) | 2026
Por que os números variam? Cada levantamento tem metodologia e data de coleta próprias. Ainda assim, todos apontam a mesma direção: a população felina brasileira está na casa das dezenas de milhões e cresce de forma consistente ano após ano.
Para efeito de comparação, o mercado pet brasileiro como um todo deve movimentar cerca de R$ 80 a 81 bilhões até o fim de 2026, segundo projeções setoriais, e o segmento felino é apontado como um dos principais motores desse crescimento.
Por que a população de gatos cresce mais rápido que a de cães
Entre 2022 e 2023, o crescimento da população de gatos foi 96% superior ao registrado entre os cães, segundo dados da Abinpet e do Instituto Pet Brasil. Mais recentemente, a comparação direta mostra: entre 2023 e 2024, a população felina cresceu 5,4%, enquanto a canina avançou 2,8%, quase o dobro de ritmo.
Alguns fatores explicam esse movimento:
Verticalização das cidades: apartamentos e imóveis menores favorecem a adoção de animais mais adaptáveis a espaços compactos.
Rotinas mais intensas: gatos exigem uma dinâmica de cuidado diferente da dos cães, compatível com rotinas urbanas mais corridas.
Custo geralmente menor: em comparação a cães de médio e grande porte, os gatos costumam representar um custo de manutenção mais baixo.
Tendência global: em países como Rússia, Alemanha, China e Japão, a população felina já supera a canina, um movimento que o Brasil acompanha.
Humanização dos gatos: dados que mostram a mudança de comportamento
Assim como ocorre com cães, os gatos também são cada vez mais tratados como parte da família. Segundo dados da Mars Petcare:
7 em cada 10 tutores se consideram “pais” ou “mães” de pet.
67% permitem que o gato durma na cama.
Mais da metade dos tutores afirma que o pet “completa a família”.
Esse comportamento se reflete diretamente no tipo de cuidado que os tutores buscam: mais atenção à nutrição, à hidratação e ao bem-estar emocional do animal, não apenas ao básico de alimentação e higiene.
Churu: o que é e como funciona
Dentro desse cenário de crescimento da população, o Churu se destaca como um petisco cremoso. indo além do papel de “guloseima” e assumindo funções práticas no dia a dia do gato e do tutor.
Ficha técnica do produto, segundo dados do fabricante:
Composição: Ingredientes naturais de qualidade alimentícia humana (human grade)
Umidade: 91%
Teor de gordura: Apenas 0,2%
Calorias: 6 kcal por sachê
Formulação: 100% natural, grain-free, sem conservantes ou corantes artificiais
Certificação: “Dolphin Safe” (atum capturado sem impacto a golfinhos)
Consumo recomendado: Até 4 tubos por dia para um gato adulto saudável de porte médio (5–6 kg), sempre como complemento à alimentação regular
Para que o Churu serve, na prática
O diferencial do Churu em relação a um petisco tradicional é a versatilidade de uso. Segundo orientações do fabricante, o produto pode ser empregado em pelo menos quatro situações do dia a dia:
Oferecido puro, como petisco de vínculo: o formato em sachê individual e a alta palatabilidade tornam o momento do petisco um reforço direto da relação entre tutor e gato, um dos pontos mais valorizados por tutores que já tratam o pet como parte da família.
Misturado à ração ou à alimentação regular: útil para estimular o apetite de gatos mais seletivos, ou para melhorar a palatabilidade de uma dieta que o animal aceita com resistência.
Apoio na administração de medicamentos: por ter textura cremosa e sabor atrativo, o Churu é utilizado por tutores e, com orientação veterinária, por clínicas como veículo para mascarar o gosto de comprimidos ou medicações orais, reduzindo o estresse do procedimento tanto para o animal quanto para quem o aplica.
Reforço de hidratação: com 91% de umidade, o Churu contribui para a ingestão hídrica do gato, espécie historicamente propensa a beber pouca água, podendo inclusive ser oferecido congelado, como um “picolé”, em dias de calor.
O produto também é indicado, segundo o fabricante, como opção de baixa caloria e baixo teor de gordura para gatos em recuperação ou com apetite reduzido, contribuindo com antioxidantes (extrato de chá verde e vitamina E) que apoiam o sistema imunológico.
Por que pet shops devem ter Churu na loja
Para o lojista, o Churu resolve um problema de prateleira, não apenas de portfólio:
Ticket de reposição frequente: por ser consumível e recomendado em uso diário (até 4 sachês/dia), o Churu tem potencial de recompra recorrente, diferente de itens de compra única.
Argumento de venda fácil de comunicar: a associação com hidratação, bem-estar e vínculo emocional conversa diretamente com o perfil do tutor humanizado, o maior grupo de consumidores do mercado pet atual.
Por que clínicas veterinárias também devem ter Churu disponível
O Churu tem aplicação prática no ambiente clínico:
Facilita procedimentos com gatos, espécie conhecida por maior resistência a manipulação, uso como distração ou recompensa durante exames, coleta de sangue ou aplicação de vacinas.
Apoio na administração de medicação oral, mascarando sabor de comprimidos
Suporte a pacientes com apetite reduzido, como parte do plano de recuperação pós-cirúrgica ou durante tratamentos que afetam o interesse alimentar do animal.
Reforço da relação clínica-tutor: recomendar um produto prático e bem avaliado por tutores fortalece a percepção de cuidado integral oferecida pela clínica, além de gerar oportunidade de venda de produtos dentro do próprio estabelecimento.
A Intersul distribui a linha Churu by Inaba em Minas Gerais e Espírito Santo, dentro do portfólio de marcas voltadas à categoria pet.
Como aproveitar esse mercado: recomendações para pet shops e clínicas
Para negócios que atendem tutores de gatos, alguns pontos práticos ajudam a capturar essa oportunidade de crescimento:
Dedicar espaço de destaque à categoria felina, não apenas tratá-la como extensão da seção de cães.
Educar o tutor sobre o uso de petiscos, já que a associação cultural ao “prêmio” ainda é menos difundida entre donos de gatos do que entre donos de cães.
Aproveitar a humanização como argumento de venda: como boa parte dos tutores já considera o gato parte da família, comunicação que reforça cuidado e vínculo tende a repercutir melhor do que uma abordagem puramente funcional.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Quantos gatos existem no Brasil atualmente?
Segundo a Abempet, o Brasil soma 30,8 milhões de gatos, com crescimento anual de 5,4% (dado de fevereiro de 2026). Outras fontes, como a Abinpet e o Instituto Pet Brasil, apontam uma população entre 30 e 33 milhões, com pequenas variações de metodologia e período de coleta.
A população de gatos está crescendo mais rápido que a de cães no Brasil?
Sim. Entre 2023 e 2024, a população felina cresceu 5,4%, enquanto a canina avançou 2,8%, quase metade do ritmo dos gatos. Entre 2022 e 2023, o crescimento da população de gatos já havia sido 96% superior ao dos cães, segundo Abinpet e Instituto Pet Brasil.
Por que os gatos estão crescendo mais que os cães nos lares brasileiros?
Fatores como a verticalização das cidades, a redução do tamanho dos imóveis, rotinas mais intensas dos tutores e o custo de manutenção geralmente menor em comparação a cães de médio e grande porte explicam essa preferência crescente por gatos, especialmente em áreas urbanas.
O que é o Churu by Inaba e como ele é usado?
Churu é um petisco cremoso feito com ingredientes human grade com 91% de umidade e apenas 0,2% de gordura. Pode ser oferecido puro como petisco de vínculo, misturado à ração para estimular o apetite, usado como apoio na administração de medicamentos orais (mascarando o sabor) e como reforço de hidratação, inclusive congelado em dias de calor. A Intersul distribui a linha em Minas Gerais e Espírito Santo.
Por que um pet shop deveria ter Churu na loja?
Tem potencial de recompra frequente por ser recomendado para uso diário, e seu apelo de hidratação e vínculo emocional conversa bem com o perfil de tutor humanizado, hoje majoritário no mercado pet.
O Churu pode ser usado em clínicas veterinárias?
Sim, como ferramenta de apoio. Ele pode ser usado como distração ou recompensa durante procedimentos com gatos, como veículo para mascarar o sabor de medicações orais e como suporte alimentar em pacientes com apetite reduzido.
Os tutores de gatos consideram o animal parte da família?
Sim. Segundo dados da Mars Petcare, 7 em cada 10 tutores se consideram “pais” ou “mães” de pet, 67% permitem que o gato durma na cama, e mais da metade afirma que o animal “completa a família”, evidências de um forte vínculo emocional também na relação com felinos.
O mercado de gatos deve continuar crescendo nos próximos anos?
Sim. Mantido o ritmo atual de crescimento (5,4% ao ano), a Abempet projeta que o Brasil pode ultrapassar 40 milhões de gatos até 2030.
Como um pet shop pode aproveitar o crescimento do mercado de gatos?
Dedicando espaço de destaque à categoria felina, educando o tutor sobre o uso de petiscos, comunicando-se de forma que reconheça o vínculo emocional com o animal e acompanhando o ritmo de crescimento da base de clientes com gatos para ajustar o mix de produtos oferecido.
Resumo
O Brasil tem 30,8 milhões de gatos, com crescimento de 5,4% ao ano, segundo a Abempet, podendo ultrapassar 40 milhões até 2030.
A população felina cresce mais rápido que a canina: 5,4% contra 2,8% entre 2023 e 2024.
A humanização dos gatos é forte: 7 em cada 10 tutores se consideram “pais” de pet, e mais da metade diz que o animal completa a família.
O Churu by Inaba (91% de umidade, ingredientes human grade) atende essa demanda com múltiplos usos: petisco de vínculo, estímulo de apetite, apoio na administração de medicamentos e reforço de hidratação, distribuído pela Intersul em MG e ES.
Pet shops e clínicas que investirem em categoria felina e comunicação alinhada à humanização têm espaço real de crescimento nesse mercado.
Se você é lojista de pet shop, médico veterinário ou atende clínicas veterinárias, conheça a linha Churu e o portfólio completo da Intersul para fortalecer seu mix de produtos.
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