A raiva continua sendo uma das zoonoses de maior impacto para a saúde pública mundial. Embora seja uma doença prevenível por meio da vacinação, ela ainda causa aproximadamente 59 mil mortes humanas todos os anos, principalmente em regiões da Ásia e da África, onde o acesso à vacinação animal e ao tratamento pós-exposição ainda é limitado. Estima-se que uma pessoa morra de raiva a cada nove minutos no mundo.
A doença é causada por um vírus do gênero Lyssavirus e acomete todos os mamíferos, incluindo cães, gatos, animais silvestres e seres humanos. A transmissão ocorre principalmente pela saliva de animais infectados. Após o aparecimento dos sinais clínicos, a raiva apresenta letalidade próxima de 100%, tanto em animais quanto em pessoas, tornando a prevenção a estratégia mais eficaz de controle.
No Brasil, as campanhas de vacinação animal transformaram significativamente o cenário epidemiológico da doença. Graças a esses programas, o país está há mais de uma década sem registrar casos de raiva humana transmitida por cães. Atualmente, os principais desafios concentram-se na circulação do vírus em animais silvestres, especialmente morcegos, que hoje representam a principal fonte de infecção.
A vacinação é reconhecida mundialmente como a medida mais eficiente para interromper a cadeia de transmissão da raiva. Nesse contexto, Nobivac®️ Raiva, da MSD Saúde Animal, é uma vacina inativada indicada para cães, gatos e ferrets, desenvolvida para promover imunização ativa contra a doença. Quando aplicada conforme orientação médica-veterinária e respeitando o calendário vacinal, ela contribui para a proteção dos animais e para o controle coletivo de uma das zoonoses mais letais conhecidas.
Além de investir em soluções para a prevenção da raiva, a MSD Saúde Animal também participa de iniciativas globais voltadas ao enfrentamento da doença. Uma delas é o Projeto Afya, um compromisso social que destina parte do valor obtido com as vendas da Nobivac®️ Raiva para apoiar programas de vacinação antirrábica em comunidades africanas, onde a doença ainda representa um grave problema de saúde pública.
Prevenir a raiva é proteger os animais, preservar a saúde das famílias e contribuir para um objetivo global: tornar essa doença fatal uma realidade cada vez mais distante.
Isabella Diefenbach



